sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Dunga: Pagode pode, oração não?

Dunga: Pagode pode, oração não?

Se fosse uma roda de pagode poderia? Claro! E por certo haveria surdo e pandeiro para acompanhar.
Quem sabe até uma mesa de baralho regada a chimarrão – para fazer o gosto do técnico da seleção brasileira de futebol, Dunga, que é gaúcho? E também garrafa térmica e cuia não iriam faltar.
Atletas à mesa, saboreando farto rodízio de churrasco com… rodadas de chopp à vontade. Eis uma cena comum na celebração de viagens vitoriosas de equipes de futebol, principalmente.
Pois é. Batucar e cantar pode. Jogo, chimarrão, gula e cerveja pode. Pode até dancinha requebrando a cintura na marca do escanteio. Mas orar em grupo, sob as bênçãos de um pastor cristão, em agradecimento por uma vitória, isso a seleção brasileira de futebol agora não pode mais.
A proibição dos cultos partiu de Dunga, juntamente com o coordenador da equipe, Gilmar Rinaldi. Eles criticaram a presença de um pastor e a participação dos atletas brasileiros em um culto realizado em Boston, após o último jogo do time, que terminou com uma vitória de 4 X 1 do Brasil contra os Estados Unidos.
O Estado Brasileiro é laico. Ok. Mas por que a seleção tem que ser? Afinal, quando se trata de prestar contas às autoridades, não se diz que a (Confederação Brasileira de Futebol), que conduz a seleção, é um órgão privado? E quando se trata de orar a Deus as coisas mudam, é isso?
Como cristão, como homem, não me cabe julgar. O julgamento, a Justiça é de Deus. Mas, até pelos meus anos de caminhada na vocação religiosa, temo que tenha sido um ato de discriminação aos cristãos evangélicos.
Ainda me vêm à memória os tempos de Felipão, quando o próprio técnico reunia os atletas e, juntos, rezavam o Pai Nosso no vestiário, momentos antes das partidas.

Os Dez Mandamentos volta ao ar no dia 25 de julho

Um dos maiores sucessos da televisão brasileira dos últimos anos, a novela  Os Dez Mandamentos  volta a ser exibida a partir do dia 25 ...